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Posts Tagged ‘Rio de Janeiro’

Meteorologistas, Países tropicais e temperados, Pesquisas, Concursos e Deslizamentos

April 8th, 2010 | 5 Comments | Filed in Acasum, Ciências

Meteorologistas brasileiros apontam deficiências dos softwares e radares pois esses são desenvolvidos pelos temperados países de 1º Mundo.

Ah… não tem software desenvolvido por aqui não… ah…. que peninha… Pergunta a um bolsista quanto ele recebe para fazer pesquisa por aqui se neguinho vai ficar “perdendo tempo” desenvolvendo qualquer coisa. Pode perguntar em qualquer área.

Pergunta se tem como ser exclusivamente pesquisador. Nem leve em conta um pesquisador que porventura não venha a produzir nada de curto prazo e que tenha o mero intuito de… pesquisar. Pode ser aquele que está a desenvolver pesquisa para algo que será implementado por uma empresa ou Universidade.

Nada contra quem se locupreta com concurso para áreas burocráticas e para a própria Máquina, desde que os mesmos não fiquem chateadinhos que o País corre por fora em Ciências e arque com os prejuízos decorrentes disso.

Smart Bike – propiciando alternativas

August 1st, 2008 | No Comments | Filed in Sustentabilidade

Pedir que cidadãos em cidades com trânsito caótico deixem seus carros em casa é fácil. Complicado é propiciar meios para que esses cidadãos trafeguem decentemente pela mesma.

Li no Diário do Rio de Janeiro que a cidade pode receber um sistema chamado Smart Bike (entenda o Smart Bike).

Esta é uma forma, que se feita de forma decente, auxiliaria imensamente o transporte eficaz para distâncias entre-bairros.

Não conheço o sistema, mas acredito que para seu suceso, deva ser prevista toda uma estrutura para tal, com “pontos de bicicleta” por toda a cidade (afinal, nem sempre o sujeito vai e volta para o mesmo lugar, e ainda assim, qual lugar melhor para “estacionar a magrela”).

Só isso não basta. Há de haver pistas com condições de receber esta demanda, ou alguém gostaria de se aventurar de bicicleta por entre os táxis do Centro. Pistas exclusivas, ou mesmo que se proibia o acesso de automóveis nos Centros da cidade podem ser solução.

E por fim, este transporte não pode ser extremamente oneroso, sob o risco de ser preterido à tentação de pegar o próprio carro e voltar a entupir as ruas e investir em um bom ar-condicionado e um rádio bom para aturar o engarrafamento.

Estariam dispostos, os dirigentes das cidades brasileiras, comprarem essa briga que certamente será difícil de ser aceita pela população egoísta?

Leia como funciona o sistema em Paris.